Mesorregiões da Amazônia ApresentaçãoA
intervenção em espaços sub-regionais passa a ser prioridade dentro da
Política Nacional de Desenvolvimento Regional, com a necessidade de
interiorizar o processo de crescimento da economia regional, visando à
inserção social e econômica das populações locais e a redução das
desigualdades intra e inter-regionais.Para
isso, um conjunto de Programas de Desenvolvimento Regional,
implementados pela Secretaria de Programas Regionais do Ministério da
Integração Nacional, encontra nas Mesorregiões Diferenciadas um espaço
privilegiado de articulação de políticas públicas e de concentração com
os atores locais de desenvolvimento.O
Programa de Promoção de Sustentabilidade de Espaços Sub-Regionais
(PROMESO) atua nas mesorregiões, tendo como foco a gestão de um
processo de desenvolvimento amparado no estímulo ao potencial endógeno
e especificidades econômicas, sociais e culturais. Este processo tem
início na organização social, que é institucionalizada e consolidada em
instâncias legítimas de articulação e integração dos atores locais,
tanto governamentais (o que inclui órgão municipais, estaduais e
federais) quanto não governamentais, constituindo fóruns, agências,
conselhos, consórcios e etc. A
intervenção em espaços sub-regionais passa a ser prioridade dentro da
Política Nacional de Desenvolvimento Regional, com a necessidade de
interiorizar o processo de crescimento da economia regional, visando à
inserção social e econômica das populações locais e a redução das
desigualdades intra e inter-regionais.Para
isso, um conjunto de Programas de Desenvolvimento Regional,
implementados pela Secretaria de Programas Regionais do Ministério da
Integração Nacional, encontra nas Mesorregiões Diferenciadas um espaço
privilegiado de articulação de políticas públicas e de concentração com
os atores locais de desenvolvimento.O
Programa de Promoção de Sustentabilidade de Espaços Sub-Regionais
(PROMESO) atua nas mesorregiões, tendo como foco a gestão de um
processo de desenvolvimento amparado no estímulo ao potencial endógeno
e especificidades econômicas, sociais e culturais. Este processo tem
início na organização social, que é institucionalizada e consolidada em
instâncias legítimas de articulação e integração dos atores locais,
tanto governamentais (o que inclui órgão municipais, estaduais e
federais) quanto não governamentais, constituindo fóruns, agências,
conselhos, consórcios e etc. MESORREGIÃO DO ALTO SOLIMÕES Arranjo Produtivo Local da Pesca e AqüiculturaA
estruturação do APL terá inicio com um projeto, no valor de R$
3.140.000,00, em parceria com o Governo do Estado do Amazonas/SEPROR e
o SEBRAE/AM, que propõe organizar dois pólos de produção de pescado
integrando os municípios de Atalaia do Norte, Benjamin Constant,
Tabatinga, São Paulo de Olivença, Amaturá, Santo Antonio do Içá e
Tocantins.A estruturação do
sistema de produção terá inicio com a instalação de duas unidades de
beneficiamento de pescado nos municípios de Tabatinga e Santo Antonio
do Içá e de doze unidades de recepção em comunidades pesqueiras
selecionadas. Ações de capacitação organizacional, empreendedora e
tecnológica, a realização de estudo de mercado e a constituição de duas
Centrais de Negócios, vão estruturar o modelo de gerenciamento
integrado dos dois pólos.A
importância do projeto consiste em iniciar o processo de verticalização
da produção, agregando valor e competitividade, melhorando a qualidade
da produção regional e ampliando o mercado. Arranjo Produtivo local do Artesanato IndígenaAs
comunidades indígenas da Mesorregião do Alto Solimões alcançam uma
população de mais de 35 mil índios, correspondendo a cerca de 20% da
população mesorregional. De grande importância como atividade econômica
em muitas comunidades, o artesanato indígena tem grande potencialidade
na busca de mercado justo que favoreça a consolidação de sua identidade
e garanta rendas para as comunidades e famílias. Um
projeto de implementação, no valor de R$ 355.379,00, realizado em
parceria com a Fundação Estadual de política Indigenista do Amazonas /
FEPI, propõe a organização de quatro pólos de produção e
comercialização de artesanato indígena por meio de ações que vão desde
a identificação e catalogação das tipologias de artesanato, até a
capacitação de artesãos por meio e oficinas de gestão e qualidade do
artesanato, de comercialização e escoamento de produtos e de
organização administrativa. A organização dos pólos contará também com
o apoio à comercialização, com foco na realização de atividades e três
serviços que busquem a abertura de canais de comercialização para o
artesanato indígena produzido na Mesorregião do Alto Solimões. Arranjo Produtivo Local da Castanha-do-BrasilA
estruturação deste APL teve início com a implementação do Evento de
Capacitação em Campo do Novo PRONAGER, no município de Amaturá,
principal produtor da região. Com a capacitação em diversas atividades
como reflorestamento, boas práticas de colheita e armazenagem, produção
de alimentos e de artesanato derivados da castanha, ampliou-se a
organização do setor e a qualidade de matéria-prima.Um
projeto complementar, em parceria com a Agência de Florestas e Negócios
Sustentáveis do Amazonas, no valor de R$ 98.105,00, prevê a
implementação uma mini-usina de beneficiamento de castanha, que
permitirá a produção de óleos e outros derivados, ampliando as
possibilidades de mercado para o produto. A
mesorregião do Alto Solimões está localizada na fronteira com o Peru e
Colômbia, abrangendo nove municípios do Estado do Amazonas. Sua
população é de aproximadamente 200 mil habitantes, com uma área de
214.217,80 Km. MESORREGIÃO DO VALE DO RIO ACRE Arranjo Produtivo Local da AviculturaApós
a seleção do Arranjo Produtivo juntamente com a comunidade local, INCRA
e governo do Estado do Acre, foi promovido na região um evento de
Capacitação em Campo do Novo PRONAGER. Dando
continuidade ao desenvolvimento da atividade econômica selecionada foi
elaborado o projeto “Implantação de Unidades de Produção e Abates de
Aves no Estado do Acre”, no valor de R$ 1.103.477,25.Este
incrementará a cadeia produtiva da galinha caipira em Sistemas
Agroflorestais (SAF’s) localizados na Região do Alto Acre. Com isso
espera-se tornar atividade rentável e competitiva, reduzindo as
importações e promovendo o desenvolvimento econômico e social das
comunidades envolvidas.Para
tanto, o projeto contemplará através da parceria entre o Ministério da
Integração Nacional e o Governo do Estado do Acre os municípios de
Xapuri, Brasiléia e Epitaciolândia com a construção de um abatedouro de
frangos, a aquisição de equipamentos materiais, insumos para
funcionalidade da agroindústria, um veículo para escoamento da produção
e a capacitação dos produtores locais.O
Projeto será executado pela Secretaria de Extrativismo e Produção
Familiar (SEPROF), em parceria com a Secretaria de Extensão
Agroflorestal (SATER), A Fundação de Tecnologia do Acre (FUNTAC), o
Instituto de Defesa Animal e Florestal (IDAF), Universidade federal do
Acre (UFAC) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária do Acre (
Embrapa/AC). Arranjo Produtivo Local da Castanha do BrasilAtualmente,
a castanha é o produto mais procurado e representa um montante
significativo das exportações do Estado. Porém, faz-se necessária a
garantia da melhoria da qualidade do produto a partir do controle da
contaminação química, principalmente por aflatoxina, fungos
micotoxigênicos e contaminação por microorganismos enteropatogênicos.Neste
sentido foi elaborados um projeto de R$ 412.972,59 que visa a instalar
cinco unidades armazenadoras de pré-beneficiamento, com capacidade
mínima entre 60 e 100 toneladas de castanha com casca, promover a
capacitação em boas práticas extrativistas para 400 famílias envolvidas
com a capacidade armazenadoras, melhorando a qualidade de sua produção
e a sua renda, monitorar a produção nas etapas de pré-colheita,
colheita, pós-colheita, armazenamento e beneficiamento; treinar
técnicos da Secretaria de Assistência Técnica e Extensão Agroflorestal
(SEATER) para a capacitação dos extrativistas em manejo dos castanhais,
e treinar técnicos do Estado na especialização de exames de aflatoxina
e microbiologia da castanha-do-brasil.Posteriormente,
as ações de capacitação serão incrementadas através da realização de um
Evento de Capacitação em Campo do Novo PRONAGER, por meio de parcerias
com o SEBRAE/AC. O evento será realizado no município de Brasiléia e
busca a consolidação dos arranjos produtivos locais, baseados na
produção extrativista, além de complementar e integrar-se às ações já
iniciadas. -
A Mesorregião do Vale do Rio Acre é composta por municípios de estados
do Amazonas e Acre Abrange uma área total de 10.052,70 Km, na qual
residem 405.915 pessoas. É integrada por treze municípios agrupados nas
mesorregiões Boca do Acre, Brasiléia e Rio Branco. MESORREGIÃO DO BICO DO PAPAGAIO Arranjo produtivo local da FruticulturaO
projeto no valor de R$275.400,00 abrange territorialmente um conjunto
de projetos de assentamento de reforma agrária localizados em sete
municípios do sudeste paraense: Marabá, Itupiranga, São Domingos do
Araguaia, Eldorado dos Carajás, Nova Ipixuna e Parauapebas. Está
orientado para o fortalecimento do arranjo produtivo da agricultura
familiar, especialmente na fruticultura do cupuaçu e do açaí, visando à
sustentabilidade da produção, ao beneficiamento, ao armazenamento e à
comercialização. Estime-se que a modernização das agroindústrias
beneficiará mais de 1.800 famílias. Arranjo Produtivo Local da MandiocaO
projeto, no valor de R$ 308.000,00, abrange territorialmente um
conjunto de projetos de assentamento de reforma agrária localizados em
sete municípios do sudeste paraense: Marabá, Itupiranga e São Domingos
do Araguaia. Está orientado para fortalecimento do arranjo produtivo da
agricultura familiar, visando à sustentabilidade da produção, ao
beneficiamento, ao armazenamento e à comercialização.Estima-se
que as ações de capacitação de produtores, construção de unidades de
processamento e aquisição de máquinas e equipamentos destinados à
modernização da agroindústria, beneficiarão diretamente 610 famílias e
produzirão externalidades positivas sobre a economia local. Arranjo produtivo Local da ApiculturaO
projeto foi orçado em R$ 384.545,00 e abrange territorialmente um
conjunto de projetos de assentamento de reforma agrária localizados nos
municípios de Redenção e Pau D’Arco, no sudeste paraense. Suas ações
visam a estruturar arranjos produtivos da agricultura familiar, tais
como a produção de mel e outros derivados, contemplando desde a
capacitação de produtores, passando pelo processamento de produção e
chegando à definição de estratégias de comercialização. Inicialmente, o
projeto beneficiará 150 famílias com claros indicativos de expansão dos
benefícios sobre a economia dos municípios envolvidos. -
A Mesorregião do Bico do Papagaio está localizada na área de domínio da
Amazônia legal, abrangendo 76 municípios do estado do Pará, Tocantins e
Maranhão. A população deste perímetro é de aproximadamente um milhão e
trezentos mil habitantes, sendo que apenas cinco municípios concentram
metade da população da Mesorregião: Imperatriz, Marabá, Araguaína,
Açailândia e Redenção.
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